A personalização do Twitter

O Twitter é uma das ferramentas de marketing mais interessantes, se utilizada corretamente pode gerar bons resultados. A maneira mais tradicional de usar o Twitter é criando uma conta para sua empresa e postar conteúdo relacionado ao seu site e ao seu mercado de atuação. Sem dúvida algum uma forma correta, porém depois de anos de existência é necessário as empresas pensarem em formas alternativas para atrair e manter a atenção do público.

Uma maneira que tem sido usada por diversas empresas é a criação de perfis para os funcionários da empresa. A empresa seleciona os funcionários que acredita poderem fazer o papel de advogados da marca. Assim, com um perfil pessoal, porém mencionando na descrição a empresa em que trabalha, este profissional pode compartilhar de sua credibilidade na empresa com outros perfis no Twitter através do conteúdo produzido que poderá ser retuitado por amigos ou mesmo retuitando o conteúdo do perfil oficial da empresa. Esse relacionamento via perfis gera uma troca de credibilidade que pode ajudar a ampliar o seu alcance no Twitter e chegar a outras pessoas. É claro que é preciso ter atenção e cuidado com o conteúdo publicado, pois uma postagem negativa, por exemplo, casos de preconceito ou violência, podem refletir negativamente na marca da empresa.

Outra maneira muito positiva são os responsáveis pela empresa, proprietário ou diretores, terem um perfil pessoal no Twitter e utilizar de sua credibilidade junto ao seu mercado de atuação para divulgar a marca da empresa. Em geral, profissionais formadores de opinião contribuem com a divulgação e o fortalecimento de marcas. Mesmo quando o conteúdo não está diretamente relacionado a marca em questão, é possível que sua postagem seja bem recebida pela confiança que seu público seguidor deposita em sua pessoa.

São casos que os profissionais transferem para a marca a credibilidade e confiança que conquistaram no mercado de trabalho. Está claro que o Twitter é uma rede social que favorece o trabalho de profissionais e que valoriza a personalização. É comum vermos que formadores de opinião tem mais seguidores que os perfis corporativos. Isso ocorre pela identificação comum de valores e desejos.

Portanto, é hora de deixar de lado o medo de usar o Twitter e se aventurar a seguir pessoas que não conhece pessoalmente mas que podem oferecer conteúdo interessantes. Saia do seu grupo confortável de amigos e familiares do Facebook e vá conhecer novas pessoas e maneiras diferentes de pensar no Twitter. Depois de um tempo você estará mais a vontade e produzirá conteúdo contribuindo com a troca de informação que sustenta a rede e valoriza o conhecimento.

Esse fortalecimento de seu perfil contribuirá para que sua credibilidade reflita na marca da empresa em que trabalha. Parece um longo caminho, mas não é. E conhecer pessoas tão diferentes, às vezes que estão em outro país é tão interessante que eu arrisco a dizer que você pode adquirir um novo vício: o Twitter. Quanto melhor for sua dedicação ao Twitter melhor será para sua marca na rede social.

E o meu perfil no Twitter: @patriciacanarim


Patricia Canarim, jornalista e consultora de Marketing Digital com especialização em Informação Estratégica pela UFMG e Certificação Google: Qualificação Individual em Publicidade de Pesquisa, Publicidade Gráfica. Coordenadora de Conteúdo do Nautilos Marketing Digital.

Monitorar é preciso!

Toda empresa deve ter como hábito o monitoramento de sua marca e a partir das informações entender o que está acontecendo de forma que possa agir preventivamente para qualquer possibilidade de crise.

O monitoramento das redes sociais é fundamental na estratégia de marketing, veja algumas dicas de como fazer isso:

# Comece o monitoramento pelo que está relacionado a sua empresa, depois amplie o monitoramento para os concorrentes e acompanhe tudo que acontece nesse segmento;

# Quando for escolher os termos para monitorar, lembre-se das possíveis variações que os usuários podem usar para citar sua empresa, como nomes de produtos ou ainda erros ortográficos. Por exemplo: Banco Itaú, BCO Itau, B. Itaú;

# Monitoramento deve ser feito diariamente. Lembre-se que um monitoramento regular é capaz de prevenir crises. Você poderá perceber o crescimento de citações negativas e poderá agir de modo que isso não se alastre;

# Grandes empresas devem utilizar um misto de ferramentas pagas com ferramentas gratuitas, assim, terão maior alcance. Já as pequenas e médias empresas devem fazer o monitoramento utilizando ferramentas gratuitas e as pagas somente para casos e marcas específicas e assim otimizar o custo do monitoramento.

Algumas das ferramentas mais usadas para o monitoramento gratuito são:
Social Mention: Real Time Search: você define as palavras a serem monitorada e pesquisa menções em várias redes sociais.
Trendsmap: Lista as hashtags e os assuntos mais comentados no Twitter.

Twitter Search: Faça pesquisa no twitter mesmo não tendo perfil. Lembre-se de usar variações do nome da marca, por exemplo: Cocacola, Coca-cola, Refrigerante Coca.

Sei que é repetitivo, mas preciso dizer: as redes sociais estão crescendo cada vez mais. E as empresas não podem se dar ao luxo de ficar de fora, e principalmente, de abrir mão de monitorar como sua marca é citada na web.

 


Patricia Canarim, jornalista e consultora de Marketing Digital com especialização em Informação Estratégica pela UFMG e Certificação Google: Qualificação Individual em Publicidade de Pesquisa, Publicidade Gráfica. Coordenadora de Conteúdo do Nautilos Marketing Digital.

Mídia Social: Devo ter perfil em todas?

“Devo ter uma conta no Facebook?” “E o twitter, vai acabar?” “Google+, o que é isso?” “LinkedIn…?” Essas são algumas perguntas que tenho ouvido de clientes ao me questionarem sobre a importância ou necessidade de ter um perfil nas mídias sociais.

A primeira orientação que dou é: não há necessidade de estar presente em todas as redes sociais, e sim verificar qual a mais adequada para seu negócio e trabalhar essa mídias com produção de conteúdo coerente com público e perfil da rede. Sim, com produção de conteúdo regular. Isso, por que se for para alimentar seu perfil uma vez por mês, talvez seja mais adequado e honesto com seu público nem ter o perfil. Cria uma expectativa que não é atendida.

Outra orientação é quanto ao modismo. Já teve a época do Orkut, depois veio o Twitter e a bola da vez é o Facebook. Não é para menos, afinal, o site de Mark Zuckerberg tem 1 bilhão de pessoas cadastradas. Ok, está todo mundo no Facebook, mas será que vão curtir sua página?

Outra questão a ser levada em consideração é o objetivo da presença digital. Esses objetivos podem ser: comercial, marketing, vendas, relacionamento, responsabilidade social, sustentabilidade, fortalecimento de marca. Seja qual for, é necessário o acompanhamento para atingir suas metas, e lembrar que toda empresa tem objetivos comerciais e que estes não podem ser prejudicados em função de sua presença digital. Acrescento essa questão, pois pode ser que um má atendimento ou uma comunicação inadequada nas redes sociais podem atingir diretamente o processo de vendas da empresa.

Antes de escolher sua mídia social tente responder essas perguntas:

  • – Por quê estar presente numa mídia social?
  • – Será que meu público está disposto a curtir ou seguir meu conteúdo?
  • – Qual mídia social devo trabalhar?
  • – Qual conteúdo devo compartilhar?
  • – Vou trabalhar apenas textos e imagens, ou tenho condições de produzir vídeos e infográficos?
  • – Qual regularidade de postagem devo ter?
  • – Será que vou dar conta de produzir conteúdo para meu perfil, além de tudo que eu faço?
  • – Eu tenho um nome forte na minha área de atuação, vale a pena trabalhar meu perfil ou somente o da empresa?
  • – Qual tipo de interação vou ter com meus seguidores?
  • – Estou preparado para criticas?

O que proponho é que você faça uso das mídias sociais de forma produtiva e eficiente para obter resultados efetivos. Ou seja, planeje-se! Busque informações e amplifique sua capacidade de divulgação da empresa através das mídias sociais.

 


Patricia Canarim, jornalista e consultora de Marketing Digital com especialização em Informação Estratégica pela UFMG e Certificação Google: Qualificação Individual em Publicidade de Pesquisa, Publicidade Gráfica. Coordenadora de Conteúdo do Nautilos Marketing Digital.

E-mail marketing não é spam

O e-mail marketing é uma forma de divulgação barata se compararmos a outras formas de promoção. Mas, há ainda muita dúvida se é uma ferramenta importante na estratégia de divulgação de um serviço por causa da quantidade de SPAM que recebemos diariamente. E muitos gestores de sites abrem mão de usar o e-mail marketing de forma estratégica com medo de estarem praticando SPAM. Mas, vamos entender a diferença entre SPAM e uma boa estratégia de envio de e-mail marketing.

Em primeiro lugar o SPAM não tem como objetivo fidelizar o cliente, pois são enviados sem nenhum planejamento e normalmente para uma base de e-mail diversificada, sem qualificação, muitas vezes a pessoa usou uma lista comprada em que há uma quantidade de e-mails porém sem saber se quer se são válidos.

Lembremos que o SPAM são mensagens indesejadas que recebemos em nossa caixa de mensagens que chegam a toda hora, praticamente todos os dias. E mensagens do estilo SPAM não tem a opção de descadastramento. Só isso já faz muita diferença.

Já o e-mail marketing tem como principal característica o fato dele ser direcionado especificamente para as pessoas que fazem parte do público-alvo de uma campanha. Mas, esta é apenas um entre os diferenciais, ainda podemos citar: baixo custo, personalização, monitoramento.

Uma boa estratégia de e-mail marketing tem uma periodicidade clara, podendo ser de uma a duas vezes por semana dependendo do produto ou serviço. Pode parecer pouco, mas o objetivo é deixar o cliente ciente de suas informações e lembrá-lo de sua marca. Assim, com poucos envios você alcança seu objetivo sem se tornar desagradável. Esta é uma estratégia mais respeitosa, e faz com que seu público se interesse de forma natural por sua empresa.

Há muitas empresas que se utilizam do e-mail marketing de forma séria, de forma estratégica, de forma planejada. E o cliente recebe a mensagem por vontade própria em fazer parte daquele grupo específico. E sabe, o cliente, que pode a qualquer momento passar a considerar inconveniente o recebimento de tais mensagens, que ele tem a sua disposição a possibilidade do descadastro. Esse link que permite o usuário a sair da lista precisa estar visível no fim de todos os e-mails enviados.

Portanto, e-mail marketing deve fazer parte de sua campanha de promoção, desde que seja clara, transparente e respeitosa.

Conheça algumas ferramentas de e-mail marketing:

Ferramentas Pagas:

  • – E- Goi
  • – EasyMailing Dinamize
  • – E-mail marketing LocaWeb
  • – UolHost e-mail Marketing
  • – Carteiro Express

Ferramentas Gratuitas com limite de endereços:

  • – MailChimp
  • – PhPList

 

Patricia Canarim, jornalista e consultora de Marketing Digital com especialização em Informação Estratégica pela UFMG e Certificação Google: Qualificação Individual em Publicidade de Pesquisa, Publicidade Gráfica. Coordenadora de Conteúdo do Nautilos Marketing Digital.

Quem pode gerar uma crise

Nós, colaboradores diretos que trabalhamos num site. Às vezes fazemos comentários que podem gerar crises. É preciso ter muito cuidado com nossas opiniões, assim como fazer reclamações sobre nossos trabalhos, serviços na internet, expondo a empresa em que trabalhamos. Ao compartilharmos comentários, vídeos e imagens que o conteúdo é contrário ao conceito divulgado pelo site podemos estar prejudicando o grupo em que trabalhamos. Ainda há o caso de alguém descobrir um ponto fraco de um colaborador e explorar isso negativamente.

Vamos partir do princípio que erros acontecem. Temos consciência que não é possível agradar 100% das pessoas. Temos consciência que por mais detalhado, cuidadoso seja sua presença na web, estamos passíveis de erros. Afinal, quem erra somos nós – e erros e acidentes acontecem. Podemos fazer alusão a um ditado: “se está na chuva é para se molhar”.

É claro, que temos o direito a ter opinião, não mudaremos isso, nem temos o direito de fazer isso. É o que sempre defendemos, mais liberdade de expressão não é sinônimo de ofensas.

É preciso ter cuidado ao expor uma opinião e sua imagem estar vinculada a uma empresa, muito do que é postado na internet pode ser relacionado pelo usuário como mensagem da empresa, mesmo que não haja oficialização da informação ou intenção neste sentido.

Uma postagem negativa pode prejudicar sim a imagem da empresa, mas também sempre o colaborador pode ficar marcado e relacionado aquela mensagem negativa. Aqui vai uma dica que vale para qualquer postagem:

Antes de publicar: leia em voz alta sua postagem, pense duas vezes, analise se não está tomando alguma atitude precipitada e principalmente, se não está sendo preconceituoso, racista, machista, grosseiro com terceiros. Arrependa-se antes de publicar, não depois.


Patricia Canarim, jornalista e consultora de Marketing Digital com especialização em Informação Estratégica pela UFMG e Certificação Google: Qualificação Individual em Publicidade de Pesquisa, Publicidade Gráfica. Coordenadora de Conteúdo do Nautilos Marketing Digital.

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