Um bom lugar para ler um livro

Cada um tem o seu. Temos nosso jeito de ler: uns deitados, outros sentados em poltronas, ou de frente para o computador na nova versão e-book. Eu por exemplo gosto de ler deitada na rede, mas, há alguns meses, que leio numa cama que tenho no escritório, por motivo de uma iluminação adequada perto da rede. Por que falo isso?

Outro dia fui eu passear na Livraria da Travessa, fiquei cerca de 2 horas por lá, folheando livros, lendo algumas páginas, por mim ficava o dia todo lá. Estava muito confortável, o ambiente é aconchegante, a temperatura ideal, nem frio nem calor – aliás estavam muito frio nesse dia, e com uma chuva fria, parecia qualquer lugar menos o Rio. E a música é perfeita. No período que estive lá tocou só música de qualidade, na altura certa, se não me engano foi um chorinho bem animado, daqueles que dá vontade de sair dançando.

Então resolvi tomar um café no California Coffee, e lá fui eu. Atravessei o shopping todo, e pedi um Moka Latter. Como a casa estava vazia, início da tarde de uma quinta-feira, me acomodei numa mesa interna para fugir do cheiro de pizza da loja ao lado…e de frente para meu copo e uma torta de banana integral, comecei a ler o livro que acabara de comprar: As cem melhores crônicas brasileiras, organização de Joaquim Ferreira dos Santos. Sabe o que de repente aconteceu? Começou a tocar música eletrônica! Desculpe a quem gosta deste estilo, mas para mim, a partir da segunda música já é bate-estaca. Não teve jeito, só aguentei ficar até terminar a torta e fui embora.

Já de noite em casa retornei a leitura, quando terminar conto a vocês. Li apenas a introdução feita pelo Joaquim F. Dos Santos que já valeu a compra. E por indicação do @M_Caleiro a crônica de Aldir Blanc. Ótima, de um humor fino. Conto mais num futuro post.

Nenhum comentário ainda.

Deixe um comentário

WhatsApp